Terça-feira, 27 de Novembro De 2007

Querido Pai Natal...

 

Nos tempos que correm os putos já não fazem a carta ao Pai Natal... ah pois é! Pelos vistos agora é assim...

publicado por Cacau às 15:14
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Sexta-feira, 23 de Novembro De 2007

A minha idade noutros planetas

MERCÚRIO

121

VÉNUS

47.3

TERRA

29.1

MARTE

15.4

JÚPITER

2.45

SATURNO

0.98

ÚRANO

0.34

NEPTUNO

0.17

PLUTÃO

0.11

 

Neste site também é possível saber o nosso nome se vivêssemos no mundo Star Wars

 

As minhas possibilidades:

 

Lisudia Cláboa

 

Lisdia Cláuboa

 

publicado por Cacau às 14:06
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Quinta-feira, 22 de Novembro De 2007

Ontem, 22h Coliseu dos Recreios...

 

Põe-me o braço no ombro
Eu preciso de alguém
Dou-me com toda a gente
Não me dou a ninguém
Frágil
Sinto-me frágil

Faz-me um sinal qualquer
Se me vires falar demais
Eu às vezes embarco
Em conversas banais
Frágil
Sinto-me frágil

Frágil
Esta noite estou tão frágil
Frágil
Já nem consigo ser ágil

Está a saber-me mal
Este Whisky de malte
Adorava estar "in"
Mas estou-me a sentir "out"
Frágil
Sinto-me frágil

Acompanha-me a casa
Já não aguento mais
Deposita na cama
Os meus restos mortais
Frágil
Sinto-me frágil

Frágil
Esta noite estou tão frágil
Frágil
Já nem consigo ser ágil

publicado por Cacau às 17:50
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Quarta-feira, 21 de Novembro De 2007

Desafio pág. 161, 5ª frase

Fui desafiada pela Lopesca! Parece que funciona assim:


1. Pegue no livro mais próximo, com mais de 161 páginas – implica uma escolha aleatória, não tente seleccionar o livro, será ao calhas;
2. Abra o livro na página 161;
3. Na referida página procurar a 5.ª frase completa;
4. Transcreva na íntegra para o seu blogue a frase encontrada;
5. Aumentar, de forma exponencial, a improdutividade, fazendo passar o desafio a mais 5 bloggers à escolha.

 

Jonathan Strange and Mr Norrell de Susanna Clarke

 "Os corredores eram de pedra abobadada cheios de pó e sombras."

 

E os desafiados são:

 

- Um Pouco de

 

- Pinguim Alegre

 

- Mike

 

- Palavras leva-as o vento

 

- Mau Feitio

publicado por Cacau às 09:29
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Terça-feira, 20 de Novembro De 2007

Hoje apetece...

 ... ficar em casa o dia todo de pijama... manta no sofá...  a ver um bom filme, ou até mesmo qualquer bodega que esteja a dar na televisão...

 

Apetecer, apetecia... mas não pode ser...

 

 

publicado por Cacau às 10:13
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Sexta-feira, 16 de Novembro De 2007
Quarta-feira, 14 de Novembro De 2007

Cada Lugar Teu

Sei de cor cada lugar teu
atado em mim, a cada lugar meu
tento entender o rumo que a vida nos faz tomar
tento esquecer a mágoa
guardar só o que é bom de guardar

Pensa em mim protege o que eu te dou
Eu penso em ti e dou-te o que de melhor eu sou

sem ter defesas que me façam falhar
nesse lugar mais dentro
onde só chega quem não tem medo de naufragar

Fica em mim que hoje o tempo dói
como se arrancassem tudo o que já foi
e até o que virá e até o que eu sonhei
diz-me que vais guardar e abraçar
tudo o que eu te dei

Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
e o mundo nos leve pra longe de nós

e que um dia o tempo pareça perdido
e tudo se desfaça num gesto só

Eu Vou guardar cada lugar teu
ancorado em cada lugar meu
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar

 

 

publicado por Cacau às 08:40
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Segunda-feira, 12 de Novembro De 2007

Livro de Cabeceira

 

Sinopse:

Há séculos, quando a magia habitava a Inglaterra, houve um mago que se distinguiu entre todos os outros. Chamou-se Rei Corvo, foi criado por fadas e, como nenhum outro, soube conjugar a sabedoria desses seres com a razão humana.

Só que tudo se alterará a partir do momento em que um rei louco e alguns poetas mais arrojados fazem com que a Inglaterra deixe de acreditar na magia. O que acontecerá até meados do século XIX, quando o solitário Senhor Norrell , de Hurtfew Abbey , que faz andar e falar as estátuas da catedral de York, acredita que poderá ajudar o governo de Sua Majestade na guerra contra Napoleão.
Já em Londres, Norrell encontrará Jonathan Strange , um jovem rico e brilhante (mas também arrogante), que descobre por acaso que é um mago, tornando-se seu discípulo. Os feitos de ambos haverão de maravilhar a velha Inglaterra. Até ao momento, no entanto, em que a parceria, que parecia destinada ao sucesso, virará rivalidade.


Nota: Este "livrinho" de quase 800 páginas, é o meu actual livro de cabeceira. Gosto de ler a caminho do trabalho, transportes públicos, etc. mas com este calhamaço é impossível.

 

Boas Leituras

publicado por Cacau às 15:45
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Quinta-feira, 08 de Novembro De 2007

Morreu o amor...

Está na Maça de Eva, nos comentários do Post Dona de Casa. Não sei de quem é, mas os meus Parabéns. O texto é muito bonito. Não o saberia escrever melhor... é mesmo isto...

 

"Todo dia morre um amor. Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos. Morre em uma cama de motel ou em frente à televisão de domingo. Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrima nos lábios. Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos. Morre da mais completa e letal inanição.

Todo dia morre um amor. Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todo dia morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria que na prática, relutemos em admitir. Porque nada é mais dolorido do que a constatação de um fracasso. De saber que, mais uma vez, um amor morreu. Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensina alguma coisa. E esta é a lição: amores morrem.

Todos os dias um amor é assassinado. Com a adaga do tédio, a cicuta da indiferença, a forca do escárnio, a metralhadora da traição. A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio insuportável depois de uma discussão: todo crime deixa evidências.

Todos nós fomos assassinos um dia. Há aqueles que, como o Lee Harvey Oswald, se refugiam em salas de cinema vazias. Ou preferem se esconder debaixo da cama, ao lado do bicho papão. Outros confessam sua culpa em altos brados e fazem de penico os ouvidos de infelizes garçons. Há aqueles que negam, veementemente, participação no crime e buscam por novas vítimas em salas de chat ou pistas de danceteria, sem dor ou remorso. Os mais perniciosos aproveitam sua experiência de criminosos para escrever livros de auto-ajuda, com nomes paradoxais como "O Amor Inteligente" ou romances açucarados de banca de jornal, do tipo "A Paixão Tem Olhos Azuis", difundindo ao mundo ilusões fatais aos corações sem cicatrizes.

Existem os amores que clamam por um tiro de misericórdia: corcéis feridos.
Existem os amores-zombies, aqueles que se recusam a admitir que morreram. São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir à base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão. Estes não querem ser sacrificados e, à semelhança dos zombies hollywoodianos, também se alimentam de cérebros humanos e definharão até se tornarem laranjas chupadas.
Existem os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, comuns principalmente entre os amantes platônicos que recordarão até o fim de seus dias o sorriso daquela ruivinha da 4a. série ou entre fãs que até hoje suspiram em frente a um pôster do Elvis Presley (e pior, da fase havaiana). Mas titubeio em dizer que isso possa ser classificado como amor (Bah, isso não é amor. Amor vivido só do pescoço para cima não é amor).
Existem, por fim, os amores-fênix. Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, dos preconceitos da sociedade, das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos anos, da mesa-redonda no final de domingo, das calcinhas penduradas no chuveiro, das toalhas molhadas sobre a cama e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram: teimosos, belos, cegos e intensos. Mas estes são raríssimos e há quem duvide de sua existência. Alguns os chamam de amores-unicórnio, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido, a não ser como lendas.

E é esse amor que eu quero encontrar e viver PARA SEMPRE!!!"

publicado por Cacau às 11:42
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Segunda-feira, 05 de Novembro De 2007

Sem título (porque hoje nem tenho vontade de pensar...)

 


"Algum desgosto prova muito amor, mas muito desgosto revela demasiada falta de espírito."

William Shakespeare

 

publicado por Cacau às 13:29
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